5 de mai. de 2012

Dentro de mim

Ainda o amo. Não tenho porque negar, esconder ou enganar. Ainda o amo e o considero meu par, como se nosso término fosse apenas um intervalo de tempo para o destino finalizar a escrita da história de nossas vidas. Ainda o tenho. Firme, forte e musculoso dentro de mim. Ainda o tenho em meu fígado, rins, veias, artérias e vísceras, correndo pelo meu corpo e confundindo minha mente com tamanha grandeza de espírito, dominadora de mim. Ainda o desejo. Não vejo motivos para não. Ainda o desejo, o clamo, o venero, o chamo em meus sonhos, como se vivesse em um pesadelo onde só a chama de seu amor pudesse me salvar. E não tem porque negar. Ainda o amo… e sinto sua falta. Sinto sua calma e o batucar leve de um sentimento que não virá a cessar.

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